
Pão com Manteiga
Conta a história que um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.
A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo.
Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por vinte e cinco anos, sempre lhe dei o miolo.
Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida”.
Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
- Muito obrigado por este presente, meu amor.
Durante vinte e cinco anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!
Moral da história:
Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe...
Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você...
Deixe-o falar e quando não entender, não traduza peça que ele explique melhor.
Essa história pode ser aplicada não só para casais, mas também para pais e filhos, amigos e até mesmo no trabalho.
"A humildade é a chave de nossa libertação.
Tentar: Sempre
Vencer: Com Deus
Desistir: Jamais"
Recebi da Vanença sem autoria.
Atualizando a Linguagem

Depois de vários dias sem atualização...voltando com força total!
Algumas mudanças... dos anos 70 para os dias de hoje:
Antes era: creme rinse
Agora é: condicionador
Antes era: obrigado
Agora é: valeu
Antes era: é complicado
Agora é: é foda
Antes era: collant
Agora é : body
Antes era: rouge
Agora é: blush
Antes era: ancião e corôa
Agora é: Véi
Antes era: bailinho e discoteca
Agora é: balada
Antes era: japona
Agora é: jaqueta
Antes era: nos bastidores
Agora é: making off
Antes era: cafona
Agora é: brega
Antes era : programa de entrevistas
Agora é: talk-show
Antes era: reclame
Agora é: propaganda
Antes era: calça cocota
Agora é: calça cintura baixa
Antes era: flertar, paquerar
Agora é: dar mole
Antes era: oi, olá, como vai?
Agora é: e aê?
Antes era: cópia, imitação
Agora é: genérico
Antes era: curtir, zoar
Agora é: causar
Ainda tem mais...
Antes era: mamãe posso ir?
Agora é: véiaaaa, fui!!!
Antes era: legal, bacana
Agora é: manero, irado
Antes era: mulher de vida fácil
Agora é: garota de programa
Antes era: legal o negócio
Agora é: xapado o baguio
Antes era: pasta de dente
Agora é: creme dental
Antes era: cansaço
Agora é: estresse
Antes era: desculpe
Agora é: foi mal
Antes era: oi, tudo bem?
Agora é: e aê, belê?
Antes era: ficou chateada
Agora é: ficou bolada
Antes era: médico de senhoras
Agora é: ginéco
Antes era: super legal
Agora é: irado
Antes era: primário e ginásio
Agora é: ensino fundamental
Antes era: preste atenção
Agora é: se liga na bagaça
Antes era: por favor
Agora é: quebra essa
Antes era: recreio
Agora é: intervalo
Antes era: radinho de pilhas
Agora é: ipod
Antes era: manequim
Agora é: modelo e atriz
Antes era: retrato
Agora é: foto
Antes era: jardineira
Agora é: macacão
Antes era: mentira
Agora é: kaô
Antes era: saquei
Agora é: tô ligado
Antes era: entendeu?
Agora é: copiou?
Antes era: gafe
Agora é: mico
Antes era: fofoca
Agora é: babado
Antes era: ha ha ha
Agora é: uhauhauhauha
Antes era : fotocópia
Agora é : xerox
Antes era: brilho labial
Agora é: gloss
Antes era : bola ao cesto
Agora é: basquete
Antes era: folhinha
Agora é: calendário
Antes era: empregada doméstica
Agora é: secretária do lar
Antes era: faxineira
Agora é: diarista
Antes era: vou verificar
Agora é: vou estar verificando
Antes era: madureza
Agora é: supletivo
Antes era: vidro fumê
Agora é: insulfilm
Antes era: posso te ligar?
Agora é: posso te add?
Antes era: tingir uma roupa
Agora é: costumizar
Antes era: dar no pé
Agora é: vazar
Antes era: embrulho
Agora é: pacote
Antes era: lycra
Agora é: stretch
Antes era: tristeza
Agora é: deprê
Antes era: beque
Agora é: zagueiro
Antes era: rádio patrulha
Agora é : viatura
Antes era: atlético
Agora é: sarado
Antes era: peituda
Agora é: siliconada
Antes era: professor de ginástica
Agora é: personal trainning
Antes era : quadro negro
Agora é : lousa
Antes era: babosa
Agora é: aloe vera
Antes era : lepra
Agora é : hanseníase
Antes era - Ave Maria!!!
Agora é - Afffff!!
Antes era: caramba
Agora é: caraca
Antes era: namoro
Agora é: pegação
Antes era: laquê
Agora é: spray
Antes era: de montão
Agora é: pracarai !!!
Antes: derrame
Agora é: AVC
Antes era : chapa dos pulmões
Agora é : raio-x de tórax
Antes era: sua bênção papai
Agora é: "qualé" coroa?
Antes era: voce tem certeza?
Agora é: fala sério aê!
Antes era: banha
Agora é : gordura localizada
Antes era: casa de fundos
Agora é: edícula
Antes era: bar no fim do expediente
Agora é: happy hour
Antes era: costureira
Agora é: estilista
Antes era: negro
Agora é: afro-descendente
Antes era: professora
Agora é: tia, prô
Antes era: aquele senhor
Agora é: aquele tiozinho
Antes era: bela bunda!
Agora é:: que popozão!
Antes era: Amorrrrrrr!
Agora é: Nenhhêêêêê!
Antes era: desculpe, mas esta questão que você me submeteu é imposível de cumprir!
Agora é: nem fudendo!
Antes era: olha o barulho!
Agora é: ó o auê aí ô!
PESSOAS QUE MACHUCAM SEM BATER

PESSOAS QUE MACHUCAM SEM BATER
É fácil deixar uma pessoa emocionalmente em frangalhos.
É só mirar no peito e atirar com palavras.
Um dos maiores dramas femininos é a violência dentro de casa.
Milhares de mulheres apanham do marido e do namorado.
Não importa se são pobres ou ricas, analfabetas ou cultas:
apanham uma, duas, três vezes e, em vez de fazerem a malinha e darem um novo rumo às suas vidas, mantêm-se onde estão, roxas e orgulhosas.
A maioria suporta a situação porque não tem como se sustentar, não tem para onde levar os filhos, elas estão nesse mundo sem pai nem mãe.
Mas há outro motivo curioso: muitas mulheres encaram
a surra como um contato íntimo.
Na falta de um beijo, aceita-se um tapa.
Dói, mas ninguém pode dizer que não existe uma relação a dois.
É uma maneira masoquista de se fazer notar, de não se sentir
ignorada pelo companheiro.
Apanho, logo existo.
Que é medieval, nem se discute.
Mas a humanidade convive há séculos com essas armadilhas,
com essas cenas em que cada um interpreta como lhe convém.
Podemos nos apiedar de quem sofre maus tratos em nome desse amor fora dos padrões, mas a verdade é que apanhamos
todas, todos.
Diga aí quem nunca machucou, quem nunca foi machucado,
mesmo sem trazer marcas visíveis.
Algumas pessoas são experts em não deixar cicatrizar velhas feridas, em fazer dor no ponto frágil.
Insinuações doem, acusações injustas doem, desapego dói,
indiferença, então.
É justamente dentro das relações mais íntimas que se obtêm
as melhores armas.
A vulnerabilidade é terreno fértil para surras psicológicas.
Sabemos como reage nosso cônjuge, o que costuma ferir nosso irmão, onde nossos amigos fraquejam.
Basta uma frase, uma ironia, e o abatemos.
Deixar uma pessoa emocionalmente em frangalhos não
é passível de condenação.
Não é crime, não deixa marcas de sangue no tapete.
Mira-se no peito, atira-se com palavras, e os estilhaços caem para dentro.
A violência física não tem essa premeditação.
Ela caracteriza-se pela falta absoluta de controle.
No momento em que se agride alguém com socos e pontapés,
atravessa-se a fronteira do racional: vigora a degradação, a selvageria, o fim da civilidade.
Por isso, preferimos a agressão verbal, que, apesar de também machucar, ao menos mantém a ordem.
O ideal, no entanto, seria escaparmos ilesos de qualquer brutalidade e convivermos apenas com abraços, sorrisos e palavras gentis, coisa que acontece apenas entre quem mal se conhece.
A ternura full time só é comum entre pessoas cujas vidas
não se misturam, não trazem consequências uma para a outra.
Já a intimidade permite que a mágoa brote, transformando rancor em munição.
Mike Tyson ao menos ganhava bem para bater e levar.
Fora do ringue, todo mundo perde.
Por isso basta amar-se Mais...amar-se Mais!
7 de Setembro? Não Temos o que Comemorar!!!

LIBERDADE E INDEPENDÊNCIA, QUANDO SERÁ?
Hoje, 07 de setembro de 2009, dia da independência do Brasil. Mas o que de fato temos para comemorar? A permanência de Sarney na presidência do Senado? A renúncia de Renan Calheiros do mesmo posto? Os dólares na cueca? A absolvição de Palocci? A campanha da Dilma com dinheiro público? A descoberta do engodo no pré-sal? A volta de Delúbio Soares ao cenário político? Sustentarmos os assassinos do MST com cestas básicas enquanto eles não produzem nada? Sinceramente não vemos o que comemorar. Comemoraríamos se os políticos brasileiros fossem honestos. Comemoraríamos se a corrupção acabasse ou se pudéssemos andar nas ruas com segurança e sem medo de balas perdidas ou até achadas. Assistimos, ontem, ao pronunciamento do excelentíssimo presidente em rede nacional sobre o novo desvia foco que arrumaram para o país. O pré-sal está tirando da mídia as denúncias contra os políticos. Lula alardeia esta extração de petróleo como uma solução para todos os problemas. O que ele não sabe, e como presidente deveria saber, é que a exploração efetiva do pré-sal se dará daqui a 10 anos e o que o preço desta será 4 vezes maior que a mesma realizada pelos países do Oriente Médio. Lula se engana e acha que engana o povo brasileiro junto, pois bem sabemos que o dinheiro produzido por esta mina de ouro negro ficará nas mãos dos ladrões eleitos por nós. Muitos aqui dirão: Basta votarmos corretamente. Então estes que nos indiquem um político honesto, porque do alto dos nossos 44 e 36 anos não conhecemos nenhum até hoje e achamos que morreremos sem conhecer. Muitos pensarão que é cedo para pensar em morte, mas do ponto de vista de quem necessita de uma saúde de qualidade no país, já estamos até fazendo hora extra por aqui. Não suportamos mais ver o país a que tanto amamos ser prostituído, sacaneado, estuprado por uma minoria que só pensa em si próprio e o resto que se lasque. Às vezes temos vergonha de amar um país com tantos adjetivos negativos e acreditamos que não somos os únicos a pensar assim. Hoje, 07 de setembro de 2009, é um dia para chorar, lamentar e ter vergonha de ser brasileiro. É dia de vestirmos o espírito com amargura e assumirmos o posto de idiotas que somos perante o sistema criminoso que assola-nos do Oiapoque ao Chuí.
Nalva Martins e Igor Athayde
Quadro dos Trapalhões em 1983 prevê o futuro
Quadro dos Trapalhões em 1983 prevê o futuro
O ano era 1983. Chico Anysio apresentou o quadro em que os Trapalhões fazem um esquete em que imaginam o mundo 25 anos mais tarde. Em 2008, Mussum e Zacarias estariam mortos e intrepretam os filhos. Dedé e Didi, brigados, voltam a trabalhar juntos. Que profecia... veja no vídeo abaixo...
Lei deve punir "agressão de picaretas"
Na semana que vem, as comissões de Constituição e Justiça e de Ciência e Tecnologia do Senado devem discutir projeto de lei que regulamenta o uso de internet em eleições, em parecer conjunto dos relatores Marco Maciel (DEM-PE) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG).
Em entrevista a Terra Magazine, Azeredo defende que restrições a rádio e televisão sejam aplicadas à internet. "O objetivo é evitar o abuso do poder econômico", justifica. Segundo o senador, a proposta de legislação eleitoral avança em relação à atual por permitir doações online. Ele propõe acrescentar no projeto a permissão de propaganda paga em sites noticiosos.
O projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados aprova proibição do "recurso de áudio ou vídeo que, de qualquer forma, degradem ou ridicularizem candidato, partido ou coligação". Azeredo defende "fiscalização e punição" ao que considera "desrespeito à privacidade das pessoas":
- Nós temos jornais eletrônicos picaretas, sem nenhuma responsabilização. A agressão a todos os homens públicos, ou mesmo quem não é homem público, a agressão é muito grande e a internet propicia.
A legislação eleitoral precisa ser sancionada pelo Poder Executivo até 3 de outubro deste ano para vigorar nas próximas eleições, em 2010.
Thais Bilenky (Portal Terra)
Lei a entrevista na íntegra no endereço: http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3932970-EI6578,00-Azeredo+Lei+deve+punir+agressao+de+picaretas.html
A regulamentação dos meios de comuicação já é um fato recorrente no Brasil, contudo o Senador Azeredo esqueceu-se de um pequeno detalhe. Não somos nós os picaretas. Se noticiamos picaretagens, é porque os homens públicos as produziram sem nenhuma responsabilidade. O atual senador, que já foi governador do estado de Minas Gerais de 1995 a 1998 e não conseguiu reeleger-se, não mostra atuação política no Congresso. Na atual crise do senado, por exemplo, não vimos citação do seu nome em momento algum, mesmo sendo o PSDB, a sua legenda, um dos partidos que lutaram por justiça nas acusações contra José Sarney, e, pior ainda, não vimos qualquer projeto que beneficie o estado pelo qual foi eleito. Agora vem a público com um projeto que somente visa defender a imagem daqueles que já não possuem imagem condizente com o cargo que ocupam. Estes serão lembrados na história como os grandes vilões que tratam o povo sem o devido respeito. O Senador deveria preocupar-se com a fome no Vale do Jequitinhonha, norte de Minas, com a educação, com a saúde, com os desvios de recursos da união, com a falta de emprego ou com qualquer outro projeto de maior relevância. Desta maneira justificaria, de maneira responsável e sem tentar encobrir falcatruas, o salário que nós o pagamos para servir aos brasileiros.
Nalva Martins (Eu disse, Nós dissemos)






